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O erro de evitar todos os riscos para as crianças

O erro de evitar todos os riscos para as crianças


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Nenhum pai quer que seu filho seja magoado ou magoado. É por isso que, quando compramos a sua primeira scooter, também compramos cotoveleiras, joelheiras e capacete. Levamos para parques infantis livres de perigos, com piso acolchoado e sem paus, pedras ou elementos que possam danificá-los.

Colocamos protetores nos cantos das mesas em casa para evitar que sejam danificados se forem atingidos. Mas não evitamos apenas riscos físicos. Também evitamos falhas ou erros. Fazemos dever de casa com eles para que não cometam erros, recorremos ao grupo de mães para nos informar dos deveres e exames dos nossos filhos, fazemos a mochila, os trabalhos escolares ... Porém, é É um erro evitar todos os riscos para os filhos.

Ultimamente nos tornamos uma sociedade que tenta evitar todos os riscos possíveis para as criançase evitar riscos é evitar aprender. Para aprender, você tem que errar e aprender a corrigir, você tem que cair e se levantar, você tem que deixar de saber como posso ter sucesso.

Evitar os riscos tem um duplo perigo:

- Por um lado, evito que desenvolvam a sua autonomia (com a consequência negativa também da falta de autoconfiança).

- Também estou evitando experiências de aprendizagem.

Não se trata de deixar a criança sozinha diante do perigo e deixá-la lidar com isso sozinha, é ter experiências com as quais ela pode aprender. Como pais, devemos proteger, mas com moderação.

Se nosso filho chega em casa sem a lição de casa na agenda, não devo ser o único a resolver o problemaa, deve ser a criança que busca a solução. Se somos os pais que consultam no grupo de mães quais são os deveres que têm para o dia seguinte, estou impedindo meu filho de se responsabilizar pelas suas tarefas, para que não sofra as consequências de não fazer o dever de casa.

Se eu o vir de manhã, porque é mais rápido, Se eu arrumar a mochila dele porque senão ele esquece das coisas, eu não vou deixar ele crescer nem ser autônomo. E uma criança sem autonomia é uma criança dependente, que não terá os recursos para resolver seus problemas quando seus pais não estiverem presentes.

Outras atitudes superprotetoras visam evitar danos físicos às crianças, como o exemplo das joelheiras e cotoveleiras que mencionamos no início. É normal que se eu vir que meu filho vai colocar algo perigoso na boca, eu tire imediatamente, ou se ele vai atravessar sozinho e sem olhar para a rua, eu agarre seu braço. Estas são situações específicas nas quais a proteção é normal. Mas não podemos evitar todos os estragos, embrulhe-os em plástico bolha e não faça nenhum arranhão. A criança pequena que aprende a andar vai cair, vai bater na mesa, vai correr e vai cair, mas com essas experiências ela aprende. Aprenda o que olhar, medir distâncias, aprenda que algumas coisas mudam de posição e serão eles que as evitarão.

Se evitarmos todos os riscos para as crianças, quais são as consequências?

- Crianças mais vulneráveis ​​ao fracasso e perigos.

- As pessoas se tornam excessivamente dependentes dos adultos (especificamente dos pais), com mais medos e inseguranças.

- Reduzimos também a sua autonomia e responsabilidade e a capacidade de iniciativa.

- Baixo nível de autocontrole e tolerância à frustração.

Em suma, a superproteção é um dos erros mais comuns que os pais cometem hoje, o que certamente podemos evitar.

- Dê-lhe autonomia para realizar tarefas que pela idade está preparado para fazer.

- Evite fazer tudo, faça um esforço para conseguir as coisas. Se algo não der certo, eu o ajudo, mas não dou. Eu o ensino e deixo que ele faça isso.

- Torne-o responsável por suas coisas. Seus deveres, suas agendas ou suas mochilas são suas responsabilidades. Se você se esquecer de algo na escola, encontre uma solução ou assuma as consequências.

- Evite espalhar nossos medos e inseguranças para a criança.

- Deixe as crianças resolverem seus problemass, em vez de intervir à menor suspeita de um problema. Se no parque uma criança pega uma bola dela e eu intervenho imediatamente, a criança não aprende a lidar com a situação, mas se eu disser: "Eu percebi o que aconteceu, o que podemos fazer?" Convido você a gerar soluções, e também lhe dou segurança, pois você sabe que o aguardamos.

Em última análise, trata-se de encorajar a criança a aprender com os erros, mas também com os sucessos. Que aprenda a funcionar autonomamente no mundo, que seja decisivo. Os pais serão uma figura de apoio e referência, mas não temos que nos tornar o seu “papel bolha” para que nada o afete.

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Vídeo: Dormitórios planejados. Como evitar os 10 maiores erros. (Julho 2022).


Comentários:

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